Quanto custa o outfit DOS HATERS?

E essa tendência (parece que é moda, né?) de nos definirmos baseados no que odiamos?? Faz um teste, abre a sua timeline aí, da sua rede social favorita. Tem mais posts falando das coisas que você ama ou das que você odeia?
Desgostar faz parte. Odiar, talvez. Mas pensa aí, se não seria legal, só pra variar, aproveitar seus dias pra mostrar ao mundo as coisas que te agradam, que te fazem bem, seus sucessos e os sucessos de quem você gosta?

 

O trecho acima é um post feito no meu Facebook, do ano passado. E a ideia para ele surgiu de uma observação muito fácil de se fazer - e você mesmo pode replicar o teste, agora mesmo:

Abra sua rede social favorita e comece a rolar a página. E vá contando 100 publicações, ignorando os anúncios que aparecerem.
Destas 100 publicações, quantas são reclamações, xingamentos, repúdias ou qualquer tipo de texto, vídeo ou imagem contrário a algo?
E quantas são publicações positivas, exaltando algo que o autor se identifique ou goste?

Pois bem. Você entendeu meu ponto.

Não, não estou dizendo que devemos fingir que a vida é um mar de rosas, e que não há nada a reclamar neste mundo. Muito pelo contrário, todos sabemos de quantas coisas não andam bem da forma que nós gostaríamos, não é?

Se formos buscar na filosofia, na psicologia, na religião, no esoterismo e até em áreas da física, química e medicina, existe uma quase-unanimidade a respeito dos benefícios do pensamento positivo (motivador, causador de alegria), e dos malefícios de pensamentos negativos (destrutivos, condescendentes). Mas eu não vou entrar em nenhum destes méritos.

Meu conselho de hoje é uma simples questão prática. Real. Uma abordagem direta, na tentativa de te fazer enxergar que pensar negativamente não compensa. Escrever, menos ainda.

Vamos aos fatos:

 

Com vocês, Rebecca Black.

It's friday, friday...

It's friday, friday...

Talvez você se lembre, talvez não, mas esta menina, Rebecca, lá no remoto passado de 2011, foi um “fenômeno da internet” (na falta de um termo melhor).
Aos 13 anos, Rebecca ganhou de sua mãe a produção de um clipe, de uma música chamada “Friday”.

Era a realização do sonho da menina, ter uma música gravada, um clipe com seus amigos… coisa de adolescente, né? ;)

O clipe foi lançado em 11 de Fevereiro 2011, e no primeiro mês teve pouco mais de mil visualizações no YouTube - os amigos e contatos da Rebecca, provavelmente.
Mas logo depois, ele quebrou um recorde. E outro recorde. E mais um.. um atrás do outro.

Em 11 de março, um mês depois, alguém que assistiu o clipe e não gostou.
Sei lá se foi pela composição sem muito sentido, pela produção barata, o pelo excesso de auto-tune, e resolveu postar sua indignação em um canal de piadas.

Mais gente não curtiu, e começou a compartilhar o vídeo, tirando sarro das mais variadas formas. Paródias começaram a ser feitas, e o vídeo quebrou o recorde em “não gostei” do YouTube.

De uma semana pra outra, Friday virou “o vídeo mais odiado da história”, com mais de dois milhões de “dislikes”, em suas mais de 114 milhões de visualizações (não perca de vista que o clipe era apenas o inocente presente de aniversário de uma menina de 13 anos, ok?).

Hoje, em 2018, Rebecca está com 21 anos.

E você deve imaginar que o episódio foi um grande trauma na vida da menina, certo? Provavelmente ela ainda não se recuperou do tamanho cyber-bullying e da vergonha por todo o episódio.

Só que não.

Duas semanas depois da explosão de haters, a música recebia resenhas de publicações importantíssimas, como a Rolling Stone, e um mês depois foi disponibilizado para venda no iTunes, com mais de 40.000 cópias vendidas na primeira semana - o que rendeu à Rebecca mais ou menos uns 27 mil dólares, e continuou rendendo algo em torno disso, semana após semana, por mais de um ano.

VINTE E SETE MIL DÓLARES POR SEMANA

(por esse preço, pode me odiar a vontade)

Hoje, Rebecca já participou de programas da TV americana, como atriz. Foi entrevistada mais de uma vez pela própria Rolling Stone, participou do clipe da Katy Perry, lançou disco, e é uma YouTuber com mais de 1 milhão de inscritos em seu canal.

 

Rebecca, aos 21, antes de ir pra cerimônia do Billboard Music Awards

Rebecca, aos 21, antes de ir pra cerimônia do Billboard Music Awards

Segundo ela mesma: “estou vivendo meu sonho”.

 

O tiro saiu pela culatra

Sabe quem realizou o sonho de Rebecca? Adivinha quem??
Todos aqueles que não gostaram do seu clipe. Que puseram força e energia para expôr “tamanho ridículo”, dizendo que a menina não sabia cantar, atuar, ou seja lá do que reclamavam.

Quer um exemplo? Dá uma olhada nestas “10 razões para odiar Rebecca Black”: https://www.thetoptens.com/reasons-hate-rebecca-black/

E isso acontece todo dia.

Se você conhece um rapazinho chamado “Justin Bieber”, pode procurar pela história dele, e vai ver que grande parte do sucesso de seu primeiro single vem justamente de quem não gostava dele (9 milhões de “não gostei”).

Quase dois bilhões de pessoas viram este vídeo. E tudo começou com os que odiaram...

Quase dois bilhões de pessoas viram este vídeo. E tudo começou com os que odiaram...

 

Quer outro exemplo? Um tal de “Donald Trump”, que resolveu se candidatar à presidência do país mais poderoso do mundo, e virou alvo de chacotas por parte da mídia, apresentadores, atores e atrizes. E parece que o jogo virou, não é, queridinha?

Aliás, o próximo presidente do Brasil pode ser eleito por culpa de quem o odeia, sabia??

Entende onde eu quero chegar?

Propagar sua raiva, indignação ou seu desgosto por algo simplesmente NÃO ADIANTA NADA.

Aliás, adianta, sim. Você vai ajudar mais alguém a ter contato com aquilo que você não gosta, e correr o risco de gostar, passar a amar, e mostrar para mais 100 pessoas que vão, igualmente, amar. Vai adiantar muito.

Quer um exemplo local? Brazuca? Eu deixo este vídeo pra você assistir: http://bit.ly/outfithaters

Com certeza você ficou sabendo do vídeo “Quanto custa o Outfit", né?.

Me conta aí: foi por alguém que gostou do vídeo ou por alguém que odiou?

Entendeu meu ponto, né?

Que tal, então, você começar a propagar aquilo que você ama, e simplesmente ignorar o que odeia?

Ciência à parte… é só uma questão de lógica.

Um abraço!

Uma aula de consistência, resistência, resiliência e realização de sonhos, com Tim Ferriss

Você tem um sonho? Quer “chegar a algum lugar”? 

Talvez seu sonho seja escrever um livro, ter uma empresa, emagrecer 20kg, ter um blog ou canal de sucesso, falar outro idioma… na verdade, tanto faz. É quase certo que o seu sonho é algo que pode ser CONSTRUÍDO (a não ser que seu sonho de vida seja ganhar na mega-sena. Neste caso, tenho más notícias pra você). 

Eu falo muito em hábitos, em paciência, em “babysteps”… e vou seguir falando por muito tempo, por acreditar que um bom hábito é realmente a ferramenta que faz toda a diferença. 

Mas hoje, eu resolvi fazer diferente, e ensinar pelo exemplo. Não o meu exemplo, infelizmente, mas ainda assim, um ótimo exemplo. 

Senhoras e senhores, com vocês, Tim Ferriss: 

Tim é um cara único. Além de se auto-intitular “cobaia de laboratório humano”, ele é autor de cinco bestsellers (sendo que seu primeiro livro, “The 4-hour workweek” passou sete anos consecutivos entre os mais vendidos do New York Times), investidor anjo e conselheiro (de empresas como Facebook, Twitter e Evernote). Um currículo bem legal. 

Mas o mais impressionante nele, para mim, é a sua capacidade de EXECUÇÃO. E esta capacidade (segundo ele próprio) é 100% pautada em hábitos

Hoje, eu percebi o valor destes hábitos, e o quão longe um bom hábito pode te levar. 

Em 2014, Tim teve a ideia de começar um podcast. Um talk-show, onde ele poderia ter o pretexto ideal para entrevistar todo o tipo de gente que ele mais admira. Campeões mundiais, recordistas, investidores, empresários, atores, músicos… os melhores entre os melhores, estão lá. 

No programa, ele entrevista seus convidados de forma a tentar mapear o caminho das ferramentas, truques e táticas usados por eles para chegar aonde chegaram. 

Imagina você, criando um programa no qual a sua meta é entrevistar pessoas como Arnold Schwarzenegger, David Blaine, Vince Vaughn, Ricardo Semler, Derek Sivers, Jamie Foxx. Longe de parecer uma empreitada fácil?

Pois bem. Tim Ferriss fez isso. E transformou a ideia no Podcast mais ouvido de todos os tempos. 

Hoje, ao abrir o site do iTunes pra baixar o episódio desta semana, eu me espantei com o número. O episódio atual é o número 254!! 

(Estou escrevendo este post em Julho de 2017. Se você está lendo isso no futuro, sugiro que clique no link: https://itunes.apple.com/br/podcast/the-tim-ferriss-show/id863897795 - pra se espantar ainda mais, e refazer meus cálculos). 

 

Presta atenção: 

  • Tim começou o podcast no dia 18/04/2014
  • Hoje é dia 24/07/2017
  • Nestes (pouco mais de) 3 anos, ele lançou CONSISTENTEMENTE 254 episódios!
  • Eu parei pra fazer as contas: são 170 semanas
  • Ele lançou (na média) 1,5 episódios por semana - incluindo semanas de férias, natal, feriados e tudo o mais. 
  • Como se não bastasse, ele lançou um livro neste meio tempo (Tools of Titans)

O nome disso é CONSISTÊNCIA.

E isso é o que faz toda a diferença. 

Quer botar em prática? Então comece HOJE, e simplesmente NÃO PARE. É mais difícil do que parece, mas é possível. 

E eu vou tentar fazer o mesmo. 

 

Vamos falar sobre mim

Resolvi falar um pouco de mim mesmo
Pra variar um pouquinho
Afinal, eu sempre falo dos outros, e os sei descrever tão bem
Então, que tal uma descrição minha?

Este sou eu: brasileiro, mas de descendência europeia.
Aliás, ainda mantenho os traços dos meus ancestrais: por várias vezes já fui confundido com um "local", nos meus passeios pela Europa.
Tenho a pele branca, mas que ganha um bronzeado saudável nos primeiros contatos com o sol.
Já passei dos trinta, e minha saúde é de ferro. Não sei o que é ficar gravemente doente ou visitar um hospital por mais de meia hora.
Provavelmente, graças à minha boa alimentação e cuidados com o sono, e o acompanhamento constante de médicos e nutricionistas, claro.

Tenho 1,85 de altura, cabelos lisos e claros, e frequentemente sou elogiado pela bela cor azul dos meus olhos.
Por falar em elogios, estes nunca me faltaram, seja pela aparência física ou intelecto.
Aparência física nunca foi um problema para mim: sempre tive um corpo magro, com tendência a ressaltar meus músculos, que ganho com facilidade.
E poder comer de tudo, inclusive pizza e hambúrguer, sem engordar, também ajuda!
Sempre fui destaque em esportes, na escola, e coleciono medalhas de várias modalidades que já competi.

Ter destaque, aliás, é algo que eu me acostumei desde cedo. 

Minha eloquência também colaborou pra que eu sempre fosse alçado a posições de liderança nos trabalhos de escola ou faculdade.
Intelectualmente, posso dizer que estou melhor a cada dia.
Fui educado em escola bilíngue, sendo fluente em três idiomas aos 14. Aos 20, já falava seis línguas.
Viajar o mundo também ajudou. Além das varias visitas à Disney na infância, hoje conheço a cultura e costumes de mais de 20 países.
Entrei para minha primeira faculdade precocemente, aos 16, e hoje me preparo para o meu primeiro pós-doutorado, já sendo graduado com honras na melhor universidade da Europa.

Dinheiro nunca foi um problema.

Além de fazer parte de mais uma geração de uma família abastada, por parte de pai e mãe, logo cedo meus primeiros empreendimentos deram muito certo, e aos 21 já havia vendido minha primeira empresa por mais de dez milhões.
Adoro festas, e é com a minha diversão que mais invisto meu dinheiro.
Posso ser visto frequentemente em colunas sociais do mundo todo, devido aos meus hábitos de não economizar com a minha própria diversão.
Ou também, pelo meu outro hábito, de namorar modelos internacionais.
Apesar de festeiro, também sou ligado a trabalho, e passo todo o restante do meu tempo (quando não estou em festas) investindo em empresas e multiplicando meu patrimônio.

Amo minha família.
Sou filho único, fruto de um casamento longo e feliz.
Aliás, minhas cinco gerações anteriores foram todas assim: casamentos longos e felizes, e a média de idade dos meus antepassados é de quase 100 anos.

Esta é a minha vida, resumida. 

E aí? Já me odeia? 
Se sim.. é hora de se perguntar os porquês, e fazer uma análise de consciência.

Como "destravar" sua força de vontade

Nada como uma boa confissão, pra tentar livrar-se do peso de algo ruim guardado dentro de si. 

Eu cresci numa família católica. E uma das bases, aparentemente, de muitas vertentes do cristianismo é a confissão para remissão dos pecados. Pra quem não conhece o ritual do confiteor ("eu confesso", em latim), eu explico: 

Basicamente, trata-se de um momento de oração reflexiva. Ao invés de somente repetir uma reza tradicional, decorada, a igreja incute o fiel a meditar sobre seus próprios erros e falhas e, ao final disso, aí sim, repetir um texto tradicional que, em resumo, traz a culpa dos seus pecados para si mesmo. A expressão usada em latim, aliás, saiu da religião e hoje é usada pra várias coisas, e você já deve ter ouvido em algum lugar: "mea culpa". 

Não, não quer dizer MEIA culpa, como muitos usam por aí. "Fazer um mea culpa" é justamente admitir a culpa INTEIRA.

Aliás, na oração original, em latim, os fiéis batiam três vezes no peito, repetindo: 

mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa
(minha culpa, minha culpa, culpa toda minha) 

 

Segundo o cristianismo, somente o arrependimento pode trazer a evolução do espírito e a aproximação com a divindade. E para se arrepender, você precisa admitir que a culpa é sua, não é? 

Religião à parte, e por mais estranho que possa parecer àqueles que não seguem nenhuma religião (ou seguem outra diferente do catolicismo), essa prática do mea culpa pode te ajudar muito. E não se trata de nada religioso ou espiritual.

Trata-se de lógica, auto-conhecimento e, sobretudo, uma mudança positiva no modo de enfrentar o dia-a-dia. 

Pense comigo, fazendo um mea culpa: neste momento, na sua vida, dentro de tudo que te acontece, o que você tem, o que você sabe e tudo mais, o que NÃO é culpa inteiramente sua? 

Se a resposta for "nada é culpa minha", talvez você precise re-pensar. 

 
O homem superior atribui a culpa a si mesmo. O homem comum atribui aos outros. 
(Confúcio)

 

Hoje cedo, enquanto escrevia meu 'diário de 5 minutos', esta reflexão bateu forte. Eu pensava justamente sobre meus projetos, minhas falhas. 

Eu já admiti publicamente, no meu primeiro vídeo. Eu sou um procrastinador. Mea maxima culpa. 

O que me faz vencer isso, todos os dias, é simplesmente adotar alguns métodos, tentar driblar a mim mesmo e ao meu "piloto automático procrastinador", e simplesmente fazer as coisas. E mesmo assim, frequentemente eu acabo com algumas tarefas entulhadas, acumuladas. 

E por mais que seja gostoso e reconfortante jogar a culpa nos outros, pelo meu acúmulo de tarefas, a culpa é toda minha. 

Acumulo gera pendência, e pendência gera travamento. E o primeiro passo para seguir em frente é se livrar das pendências, que funcionam como âncoras. Se você tem 20 tarefas pela frente, realizar uma ou duas só te faz sentir mais impotente. Ao final delas, você ainda tem 18 ou 19 tarefas pela frente e a sensação de "não consegui fazer nada". 

Vou bater nesta tecla novamente: livre-se das pendências. Em negrito, itálico, com fonte grande e centralizado, pra ter mais impacto: 

Livre-se das pendências

 

A culpa de ter pendências é toda sua. Não do seu chefe. Não dos seus pais, seus filhos ou sua esposa. É das suas escolhas. Pode parecer cruel, mas é libertador viver assim. Pratique o mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa

Admitir que a culpa é sua por tudo que acontece na sua vida é mágico: destrava sua força de vontade. Quando você não tem mais em quem jogar a responsabilidade, só te resta sacudir a poeira e seguir em frente, com culpa e tudo. Vai lá, tenta!

 

E pra não dizer que te fiz pensar e te deixei na mão, terminei o texto sem nenhuma dica prática, aí vai: 

Prioridade não tem plural. Se você tem duas, tem nenhuma.

Defina UMA SÓ, e só pare quando conclui-la. Aí sim, defina a próxima e repita a operação.

Simples e difícil. 

 

 

Nota: pra quem quiser ler mais sobre a filosofia por trás deste tipo de pensamento, procure no Google por Sêneca, ou por estoicismo. Muita gente já escreveu sobre isso, inclusive alguns autores brasileiros, mas estas são minhas fontes favoritas.
Se quiser uma fonte "religiosa" sobre o assunto, mesmo discordando ou não sendo adepto ao espiritismo, eu recomendo a filosofia de Chico Xavier

Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo. (Chico Xavier) 

Dinheiro, dinheiro, dinheiro...

Quem se importa com dinheiro?? 

Apesar da baixa qualidade, por causa da nossa maravilhosa conexão de internet, o papo com o Conrado Navarro do Dinheirama foi absurdamente legal! 

Muitos pontos que eu defendo sempre, na Organizze, pontos que ele também vem defendendo há anos com o Dinheirama e que, com certeza, podem ajudar a melhorar a situação financeira de qualquer um. 

Se você gosta do seu bolso, assista. Sério!  

Sobre a impotência

Quer se sentir "um nada"?  

Impotente?

Amarrado?

Prive-se dos seus recursos.  

Tudo aquilo que te ajuda a conseguir algo: a cafeteira que te ajuda a despertar, o laptop pra digitar suas ideias, o carro pra te levar ao trabalho ou o gás que aquece suas panelas.  

Ou recursos humanos: o líder que te mostra qual decisão tomar, o amigo que dá o apoio moral em tempos difíceis ou a vó que empresta um dinheirinho quando sua conta não fecha no fim do mês.  

 

Quer se sentir "um tudo"? 

Capaz? 

Livre? 

Prive-se dos seus recursos.

 

E a soma de necessidade com criatividade faz a mágica acontecer.

 

(escrito pelo cara que deixou o laptop no trabalho, mas não queria deixar de escrever seu post ao acordar... E deu um jeito) 

Você sabe ouvir?

Mas já notou que essa habilidade, a de realmente ouvir é rara? 
As vezes é bom dizer que "as pessoas estão fazendo cada vez menos"... dá um ar de experiência, como se eu já conhecesse como era no passado e agora tenho o direito de julgar o presente - já notou isso? 
E eu realmente gostaria de dizer: "as pessoas estão ouvindo cada vez menos". Mas eu não acho que este seja o caso.

De verdade: eu não acredito que já tenha sido diferente (se você é mais velho que eu e tem provas do contrário, e que não seja puro saudosismo, me mostre, por favor).

Neste novo vídeo do canal, eu falo sobre isso com um exemplo bem cotidiano: você diz pra alguém "estou cansado" e é respondido com "eu também". E isso já deve ter acontecido com todo mundo. Não posso ser o único "diferentão" que percebe isso, né? 

E no vídeo eu parto para uma sugestão de solucionar este estorvo: vamos nos policiar, praticar a "audição", ter empatia e buscar ouvir o que alguém nos tem a dizer.

Pra começar, de forma bem simples, experimente este verbo tão difícil de se executar: O U V I R. 

(tô tentando e posso dar meu depoimento: é difícil!) 

Escreva

Não importa se você é designer, engenheiro civil, mecânico, bombeiro ou developer: escreva.  

Aprenda a escrever.

Isso se faz -adivinha?- escrevendo. Só assim. 

Quem escreve bem, se expressa bem.
Quem se expressa bem, pensa bem. 

Quer começar? Um blog, uma conta no Twitter ou Tumblr, ou um caderninho já bastam. E alguns parágrafos por dia também bastam, pra começar.

Escreva. 

Estudando na metade do tempo (ou com o dobro de conteúdo)

Esta dica - de verdade - mudou minha vida. 

Se você, assim como eu, passa muitas horas por dia assistindo conteúdos em vídeo no Youtube e aprende muita coisa com o que tem lá, vai adorar isso. 

De fato, hoje em dia eu me sinto estranho quando assisto vídeos em um canal como o Vimeo ou o TED, que não têm este recurso. 

É simples que chega a doer: aumente a velocidade de reprodução dos vídeos! 

Hoje em dia eu consigo chegar na velocidade 2x na maioria dos vídeos, entendendo com perfeição e absorvendo bastante conteúdo - inclusive tomando notas. 

Segue o vídeo que eu fiz, sobre a técnica: 

Fora isso, depois de gravar o vídeo eu ainda descobri (com a ajuda do meu amigo Dirceu) que eu posso fazer o mesmo com podcasts (e eu sou um "viciado" nos podcasts do Tim Ferriss): usando o aplicativo Overcast (gratuito para iOS), eu tenho os recursos de diminuir as pausas entre as falas e reproduzir em velocidades superiores (ou inferiores).

Vale a pena experimentar: https://overcast.fm - principalmente pra ouvir o meu conteúdo de humor no Bodcast :) 


(Se você não tem iOS, pode ouvir os podcasts também pelo site do Overcast, basta ter o endereço dele no iTunes. Por exemplo, pra ouvir os Bodcasts em alta velocidade pelo seu navegador, o endereço é: https://overcast.fm/itunes994064636/bodcast)

Sobre os medos de começar

"Eu não tenho medo de nada"

É uma das frases mais mentirosas já criadas pela humanidade. Pelo menos, por aqueles com um pingo de sanidade mental. Sim, você tem medos. 

E talvez seja só um daqueles que disfarce o medo, chamando de outro nome. Dando DESCULPAS. Ou talvez você tenha os medos, admita-os, e só não sabe o que fazer com eles. 

Enfim, de qualquer forma, vou tentar te ajudar. 

O medo que eu estou falando não é aquele medo patológico (fobia) ou medos de coisas reais como assaltos, morte ou coisa parecida. Na verdade, o que eu me refiro é aquele medo que te paralisa e te faz dar desculpas pra não mudar sua vida. 

Tô falando do medo que aparece quando você quer alguma coisa, sabe que é totalmente possível e que outras pessoas já conseguiram aquilo, mas você inventa mil motivos pra não ir atrás disso que quer. 

Um exemplo: Você quer escrever um livro. 

E o que você pensa? Vou escrever uma página por dia, e em 200 dias tenho um livro pronto! DUVIDO. 

O que a maioria de NÓS (sim, me incluo) pensa é "preciso de um computador novo". E é claro, você vai levar um tempo até comprar o computador. 
E depois: "preciso encontrar um programa ideal para escrever.. me distraio muito com o word". Seguido por "não sei se o público vai gostar deste tema que eu escolhi.. acho que vou mudar". 

"E se nenhuma editora me quiser". 
"Não sei bem as regras de português, vou errar demais". 

E por aí vai. Medos! 

Bom.. faz o seguinte: assiste o vídeo a seguir. E depois comenta no formulário logo abaixo qual o seu "motivo" pra não mudar de vida. De não seguir seus planos adiante. Pode ser abrir seu negócio, mudar de cidade ou país, escrever um livro, criar um blog/vlog, mudar de emprego... tanto faz! O que te impede? 

Pra ficar mais legal, os comentários podem ser anônimos! Você só coloca o nome de quiser. E com esta pesquisa, eu vou fazer meus próximos 2 ou 3 vídeos - focados no medo de começar. 

Segue o vídeo: 

Agora responde aqui. Depois a gente vai conversar mais sobre isso: 

Gostou? Deixa um comentário aqui. Vamos conversar!!