Quanto custa o outfit DOS HATERS?

E essa tendência (parece que é moda, né?) de nos definirmos baseados no que odiamos?? Faz um teste, abre a sua timeline aí, da sua rede social favorita. Tem mais posts falando das coisas que você ama ou das que você odeia?
Desgostar faz parte. Odiar, talvez. Mas pensa aí, se não seria legal, só pra variar, aproveitar seus dias pra mostrar ao mundo as coisas que te agradam, que te fazem bem, seus sucessos e os sucessos de quem você gosta?

 

O trecho acima é um post feito no meu Facebook, do ano passado. E a ideia para ele surgiu de uma observação muito fácil de se fazer - e você mesmo pode replicar o teste, agora mesmo:

Abra sua rede social favorita e comece a rolar a página. E vá contando 100 publicações, ignorando os anúncios que aparecerem.
Destas 100 publicações, quantas são reclamações, xingamentos, repúdias ou qualquer tipo de texto, vídeo ou imagem contrário a algo?
E quantas são publicações positivas, exaltando algo que o autor se identifique ou goste?

Pois bem. Você entendeu meu ponto.

Não, não estou dizendo que devemos fingir que a vida é um mar de rosas, e que não há nada a reclamar neste mundo. Muito pelo contrário, todos sabemos de quantas coisas não andam bem da forma que nós gostaríamos, não é?

Se formos buscar na filosofia, na psicologia, na religião, no esoterismo e até em áreas da física, química e medicina, existe uma quase-unanimidade a respeito dos benefícios do pensamento positivo (motivador, causador de alegria), e dos malefícios de pensamentos negativos (destrutivos, condescendentes). Mas eu não vou entrar em nenhum destes méritos.

Meu conselho de hoje é uma simples questão prática. Real. Uma abordagem direta, na tentativa de te fazer enxergar que pensar negativamente não compensa. Escrever, menos ainda.

Vamos aos fatos:

 

Com vocês, Rebecca Black.

 It's friday, friday...

It's friday, friday...

Talvez você se lembre, talvez não, mas esta menina, Rebecca, lá no remoto passado de 2011, foi um “fenômeno da internet” (na falta de um termo melhor).
Aos 13 anos, Rebecca ganhou de sua mãe a produção de um clipe, de uma música chamada “Friday”.

Era a realização do sonho da menina, ter uma música gravada, um clipe com seus amigos… coisa de adolescente, né? ;)

O clipe foi lançado em 11 de Fevereiro 2011, e no primeiro mês teve pouco mais de mil visualizações no YouTube - os amigos e contatos da Rebecca, provavelmente.
Mas logo depois, ele quebrou um recorde. E outro recorde. E mais um.. um atrás do outro.

Em 11 de março, um mês depois, alguém que assistiu o clipe e não gostou.
Sei lá se foi pela composição sem muito sentido, pela produção barata, o pelo excesso de auto-tune, e resolveu postar sua indignação em um canal de piadas.

Mais gente não curtiu, e começou a compartilhar o vídeo, tirando sarro das mais variadas formas. Paródias começaram a ser feitas, e o vídeo quebrou o recorde em “não gostei” do YouTube.

De uma semana pra outra, Friday virou “o vídeo mais odiado da história”, com mais de dois milhões de “dislikes”, em suas mais de 114 milhões de visualizações (não perca de vista que o clipe era apenas o inocente presente de aniversário de uma menina de 13 anos, ok?).

Hoje, em 2018, Rebecca está com 21 anos.

E você deve imaginar que o episódio foi um grande trauma na vida da menina, certo? Provavelmente ela ainda não se recuperou do tamanho cyber-bullying e da vergonha por todo o episódio.

Só que não.

Duas semanas depois da explosão de haters, a música recebia resenhas de publicações importantíssimas, como a Rolling Stone, e um mês depois foi disponibilizado para venda no iTunes, com mais de 40.000 cópias vendidas na primeira semana - o que rendeu à Rebecca mais ou menos uns 27 mil dólares, e continuou rendendo algo em torno disso, semana após semana, por mais de um ano.

VINTE E SETE MIL DÓLARES POR SEMANA

(por esse preço, pode me odiar a vontade)

Hoje, Rebecca já participou de programas da TV americana, como atriz. Foi entrevistada mais de uma vez pela própria Rolling Stone, participou do clipe da Katy Perry, lançou disco, e é uma YouTuber com mais de 1 milhão de inscritos em seu canal.

 

 Rebecca, aos 21, antes de ir pra cerimônia do Billboard Music Awards

Rebecca, aos 21, antes de ir pra cerimônia do Billboard Music Awards

Segundo ela mesma: “estou vivendo meu sonho”.

 

O tiro saiu pela culatra

Sabe quem realizou o sonho de Rebecca? Adivinha quem??
Todos aqueles que não gostaram do seu clipe. Que puseram força e energia para expôr “tamanho ridículo”, dizendo que a menina não sabia cantar, atuar, ou seja lá do que reclamavam.

Quer um exemplo? Dá uma olhada nestas “10 razões para odiar Rebecca Black”: https://www.thetoptens.com/reasons-hate-rebecca-black/

E isso acontece todo dia.

Se você conhece um rapazinho chamado “Justin Bieber”, pode procurar pela história dele, e vai ver que grande parte do sucesso de seu primeiro single vem justamente de quem não gostava dele (9 milhões de “não gostei”).

 Quase dois bilhões de pessoas viram este vídeo. E tudo começou com os que odiaram...

Quase dois bilhões de pessoas viram este vídeo. E tudo começou com os que odiaram...

 

Quer outro exemplo? Um tal de “Donald Trump”, que resolveu se candidatar à presidência do país mais poderoso do mundo, e virou alvo de chacotas por parte da mídia, apresentadores, atores e atrizes. E parece que o jogo virou, não é, queridinha?

Aliás, o próximo presidente do Brasil pode ser eleito por culpa de quem o odeia, sabia??

Entende onde eu quero chegar?

Propagar sua raiva, indignação ou seu desgosto por algo simplesmente NÃO ADIANTA NADA.

Aliás, adianta, sim. Você vai ajudar mais alguém a ter contato com aquilo que você não gosta, e correr o risco de gostar, passar a amar, e mostrar para mais 100 pessoas que vão, igualmente, amar. Vai adiantar muito.

Quer um exemplo local? Brazuca? Eu deixo este vídeo pra você assistir: http://bit.ly/outfithaters

Com certeza você ficou sabendo do vídeo “Quanto custa o Outfit", né?.

Me conta aí: foi por alguém que gostou do vídeo ou por alguém que odiou?

Entendeu meu ponto, né?

Que tal, então, você começar a propagar aquilo que você ama, e simplesmente ignorar o que odeia?

Ciência à parte… é só uma questão de lógica.

Um abraço!

A economia que eu tanto amo

(como funciona a economia, do local ao global)

Te apresento a Mariana.

 Mari, focada no job.

Mari, focada no job.

Mariana é designer freelancer em Florianópolis, SC.

Nos últimos meses, a Mariana vem recebendo o dobro de trabalhos. Ela aumentou seus preços, por causa da demanda, e mesmo assim ainda não dá conta de tudo que tem pra fazer. Tá desenhando 16 horas por dia (e muito feliz, pois agora tá trabalhando com o que ama, e ganhando um bom dinheirinho).

Ela vem recebendo muitos trabalhos, porque um dos seus clientes é a DeepWeber, uma empresa de desenvolvimento, também de Floripa.
Eles acabaram de receber um investimento da FundRaiser, um fundo de São Paulo. E com a grana, conseguem alavancar as vendas, e precisam de mais e mais gente trabalhando.

O escritório já tá cheio de gente, e eles partiram pra contratar trabalhos de designers freelancers, como a Mariana, pra dar conta de tanto trabalho.

O investimento da DeepWeber apareceu por causa de um estudo, feito por economistas, de que Santa Catarina é o primeiro estado em densidade de Startups no Brasil.
Este estudo inclusive foi divulgado por outros economistas famosos, fazendo o assunto ser comentado no Brasil inteiro.

 Nem tudo neste post é ficção!

Nem tudo neste post é ficção!

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Isso chamou a atenção da FundRaiser, que veio até a cidade e encontrou bons negócios pra investir. Estes investidores arriscam seu próprio dinheiro, e colocam ele na Deepweber, pra fazê-la crescer, se tornando sócios do negócio. Se tudo certo e a empresa realmente crescer, eles participam dos lucros.

Com o crescimento da DeepWeber, mais alguns fenômenos acontecem: dois ex-funcionários, vendo uma nova oportunidade, viraram sócios e abriram sua própria startup. E eles vão precisar de mais funcionários, mais freelancers… e em breve podem ir atrás de um investimento, e recomeçar esta história.

Paralelamente, outras empresas também começam a surgir, justamente pra atender a demanda que a DeepWeber vem criando - eles precisam de treinamento, advogados, consultores, contadores, programadores, designers, manutenção e limpeza, comida, café, entregas… todos vão acabar tendo um aumento de trabalho (e vendas, claro), por causa do crescimento.

E eles não são os únicos. Mais investimentos vêm chegando.

A cidade vem ganhando novos eventos, como Startup Weekends e "summits" de todo o tipo, incentivando o mercado a crescer, gerar novos negócios e fazer crescer os que já existem.

E quem ganhou com tudo isso, no fim das contas??

A Valéria.

Não sabe quem é a Valéria? Ela é faxineira da cada da Mariana.

 A Val manja T-U-D-O de limpeza

A Val manja T-U-D-O de limpeza

Com toda essa trabalheira, a Mariana não tem mais tempo pra cuidar da própria casa, e do próprio jardim. Mas tem dinheiro no bolso pra contratar pessoas que façam isso pra ela.

 Enquanto você lê este post, a Mari fechou mais um job e tá feliz da vida!

Enquanto você lê este post, a Mari fechou mais um job e tá feliz da vida!

E a Valéria, trabalhando, compra mais nos mercadinhos do bairro dela, que compram mais no distribuidor, que encomenda mais das fábricas, que acabam encomendando mais matérias-primas.
Inclusive, na hora de transportar esse produto todo, acabam dando mais trabalho pra DeepWeber, que desenvolve justamente os softwares de carga usados pelas distribuidoras de alimentos.

Sem saber, a Valéria tá ajudando no crescimento da Mariana.

Falando em matérias primas: uma das coisas que a Valéria compra no mercadinho é presunto Sadia.

Aquele, cheiroso e rosadinho, sabe?

Se a Valéria consegue comprar mais presunto, porque agora ela tem mais uma cliente (a Mariana), isso é bom, no fim das contas, para a Sadia, né?
Como o mercado vem crescendo, em virtude das novas empresas e novos investimentos, várias  “Valérias” vão surgindo, com mais clientes e mais dinheiro no bolso.

E as vendas de presunto aumentam.

O supermercadista vê que o presunto tá vendendo mais, e aumenta o número de presuntos comprados a cada pedido. Isso se reflete lá no balanço da Sadia, que vê um aumento nas vendas.

 Ajuda a movimentar a economia, com menos de 15 calorias por fatia!

Ajuda a movimentar a economia, com menos de 15 calorias por fatia!

E, por ser uma empresa de capital aberto, a BRF (empresa que é dona da marca Sadia) tem que publicar seu balanço, trimestralmente.

É aí que entra o Marcelo.

O Marcelo, de Cuiabá, tem um dinheiro e quer multiplicar o capital. Investir, sabe? E ele vai estudar várias empresas, pra saber qual tem mais possibilidade de crescer e valorizar o investimento dele.

E acaba encontrando justamente o balanço da Sadia (veja, que coisa!), que registrou um aumento de vendas nos últimos meses (lembra?).

 Não é café. Marcelão só toma chá verde.

Não é café. Marcelão só toma chá verde.

Lendo um relatório econômico, o Marcelo descobre que a economia vem crescendo, com valorização constante das empresas de alimentos.

Ele entra no site de uma corretora, digita BRF3 (o código pra comprar ações da Sadia), e coloca seu dinheiro lá, comprando partes dessa empresa.
A compra do Marcelo não é a única, já que mais gente também vê o crescimento da Sadia, e compra ações também… o que faz o preço dela subir.

E se o mercado vê que o valor de uma companhia está subindo, a tendência é que mais pessoas acompanhem o movimento, comprando mais ações para terem lucro. Isso faz a Sadia crescer, de dois lados diferentes: de um lado porque aumentaram as vendas, do outro porque as pessoas estão a enxergando como uma empresa lucrativa.

E empresa lucrativa cresce. E contrata mais, pra poder vender mais. Contrata pessoas que vão pegar seu novo salário e gastar, fazendo esse dinheiro circular.

"Maldito capital especulativo”, né? Claro que não!

Sabe onde isso vai se refletir? No tal “Índice Bovespa”.

Chamado de IBOVESPA (criativo, né?), este índice nada mais é do que uma conta (matemática, mesmo), que leva em consideração várias empresas brasileiras.

E a Sadia (BRFS3) é uma delas: responde por 2,608% do IBOVESPA. Quando ela vai bem, influencia o índice a subir. Se ela vai mal, influencia na queda.

Legal, né??

Sabe quem mais pode influenciar no IBOVESPA?

  • As Lojas Renner, onde a Valéria compra roupas;

  • As Lojas Americanas, onde ela compra a TV nova pra ver a Copa do Mundo;

  • A Ambev, da cervejinha (seja ela Hoegaarden ou Antarctica Sub-Zero);

  • A Natura, do perfume e do sabonetinho;

  • A Droga Raia e a Drogasil, que vendem os remedinhos;

  • A TIM, que.. bom, você sabe o que faz a Tim;

  • A Braskem, que participa das embalagens e rótulos pra quase tudo que se tem em casa;

  • A Hypermarcas, que faz a camisinha Jontex, o algodão York e o shampoo Monange, que ela usa. E o desodorante Três Marchand, que o marido dela adora. Sem esquecer do Biotônico Fontoura que ela dá pro filho, e o Atroveran que ela toma pra cólica;

  • A JBS (meu Deus, até eles??) que faz a margarina Doriana, o sabão Minuano e o peru da Seara, que vão comprar para o Natal.

Quando estas empresas vão bem, o valor de mercado delas sobe, e isso faz o IBOVESPA subir. E, para estas empresas estarem crescendo, elas precisam estar vendendo mais, não é?

E assim, a roda gira.

A economia não é um animal selvagem sem rosto, tipo o Chupa Cabras. É só a soma de cada transação comercial feita, por cada ser humano que vive em sociedade.

Uma vez que você desmistifica isso, e tira essa máscara, vai ver que o assunto é mais simples do que você pensava (e menos assustador).

 Te fizeram acreditar que estudar economia era coisa pra rico? É mentira!

Te fizeram acreditar que estudar economia era coisa pra rico? É mentira!


Eu poderia começar a história novamente, reescrevendo do ponto de vista de qualquer um dos personagens. Mas eu deixo pra você, que tá lendo. Experimenta!

Vou ajudar a começar. Pode ser assim:

"As ações BRFS3 subiram, o que refletiu num aumento do IBOVESPA. Isso aconteceu por causa de um aumento no consumo de presunto Sadia, que foi causado por… "

O resto é com você.

Um abraço!


Leandro Benincá


PS: Antes de comentar, tente entender as minúcias. Perceba que são exemplos para ilustrar uma explicação. ULTRA-didático e ULTRA-simplificado… tipo “economia para pré-escola”. Não seja idiota.

PS2: Este post é uma tentativa de explicar como a movimentação do índice Bovespa reflete a movimentação na vida de todas as pessoas economicamente ativas do Brasil, da forma mais simples e didática que eu possa imaginar.

PS3: O título é pura ironia.

PS4: E eu posso ter deixado escapar algumas doses de ironia e sarcasmo ao longo do texto... as vezes não consigo evitar.

PS5: Repito: não seja idiota.

Uma aula de consistência, resistência, resiliência e realização de sonhos, com Tim Ferriss

Você tem um sonho? Quer “chegar a algum lugar”? 

Talvez seu sonho seja escrever um livro, ter uma empresa, emagrecer 20kg, ter um blog ou canal de sucesso, falar outro idioma… na verdade, tanto faz. É quase certo que o seu sonho é algo que pode ser CONSTRUÍDO (a não ser que seu sonho de vida seja ganhar na mega-sena. Neste caso, tenho más notícias pra você). 

Eu falo muito em hábitos, em paciência, em “babysteps”… e vou seguir falando por muito tempo, por acreditar que um bom hábito é realmente a ferramenta que faz toda a diferença. 

Mas hoje, eu resolvi fazer diferente, e ensinar pelo exemplo. Não o meu exemplo, infelizmente, mas ainda assim, um ótimo exemplo. 

Senhoras e senhores, com vocês, Tim Ferriss: 

Tim é um cara único. Além de se auto-intitular “cobaia de laboratório humano”, ele é autor de cinco bestsellers (sendo que seu primeiro livro, “The 4-hour workweek” passou sete anos consecutivos entre os mais vendidos do New York Times), investidor anjo e conselheiro (de empresas como Facebook, Twitter e Evernote). Um currículo bem legal. 

Mas o mais impressionante nele, para mim, é a sua capacidade de EXECUÇÃO. E esta capacidade (segundo ele próprio) é 100% pautada em hábitos

Hoje, eu percebi o valor destes hábitos, e o quão longe um bom hábito pode te levar. 

Em 2014, Tim teve a ideia de começar um podcast. Um talk-show, onde ele poderia ter o pretexto ideal para entrevistar todo o tipo de gente que ele mais admira. Campeões mundiais, recordistas, investidores, empresários, atores, músicos… os melhores entre os melhores, estão lá. 

No programa, ele entrevista seus convidados de forma a tentar mapear o caminho das ferramentas, truques e táticas usados por eles para chegar aonde chegaram. 

Imagina você, criando um programa no qual a sua meta é entrevistar pessoas como Arnold Schwarzenegger, David Blaine, Vince Vaughn, Ricardo Semler, Derek Sivers, Jamie Foxx. Longe de parecer uma empreitada fácil?

Pois bem. Tim Ferriss fez isso. E transformou a ideia no Podcast mais ouvido de todos os tempos. 

Hoje, ao abrir o site do iTunes pra baixar o episódio desta semana, eu me espantei com o número. O episódio atual é o número 254!! 

(Estou escrevendo este post em Julho de 2017. Se você está lendo isso no futuro, sugiro que clique no link: https://itunes.apple.com/br/podcast/the-tim-ferriss-show/id863897795 - pra se espantar ainda mais, e refazer meus cálculos). 

 

Presta atenção: 

  • Tim começou o podcast no dia 18/04/2014
  • Hoje é dia 24/07/2017
  • Nestes (pouco mais de) 3 anos, ele lançou CONSISTENTEMENTE 254 episódios!
  • Eu parei pra fazer as contas: são 170 semanas
  • Ele lançou (na média) 1,5 episódios por semana - incluindo semanas de férias, natal, feriados e tudo o mais. 
  • Como se não bastasse, ele lançou um livro neste meio tempo (Tools of Titans)

O nome disso é CONSISTÊNCIA.

E isso é o que faz toda a diferença. 

Quer botar em prática? Então comece HOJE, e simplesmente NÃO PARE. É mais difícil do que parece, mas é possível. 

E eu vou tentar fazer o mesmo. 

 

Vamos falar sobre mim

Resolvi falar um pouco de mim mesmo
Pra variar um pouquinho
Afinal, eu sempre falo dos outros, e os sei descrever tão bem
Então, que tal uma descrição minha?

Este sou eu: brasileiro, mas de descendência europeia.
Aliás, ainda mantenho os traços dos meus ancestrais: por várias vezes já fui confundido com um "local", nos meus passeios pela Europa.
Tenho a pele branca, mas que ganha um bronzeado saudável nos primeiros contatos com o sol.
Já passei dos trinta, e minha saúde é de ferro. Não sei o que é ficar gravemente doente ou visitar um hospital por mais de meia hora.
Provavelmente, graças à minha boa alimentação e cuidados com o sono, e o acompanhamento constante de médicos e nutricionistas, claro.

Tenho 1,85 de altura, cabelos lisos e claros, e frequentemente sou elogiado pela bela cor azul dos meus olhos.
Por falar em elogios, estes nunca me faltaram, seja pela aparência física ou intelecto.
Aparência física nunca foi um problema para mim: sempre tive um corpo magro, com tendência a ressaltar meus músculos, que ganho com facilidade.
E poder comer de tudo, inclusive pizza e hambúrguer, sem engordar, também ajuda!
Sempre fui destaque em esportes, na escola, e coleciono medalhas de várias modalidades que já competi.

Ter destaque, aliás, é algo que eu me acostumei desde cedo. 

Minha eloquência também colaborou pra que eu sempre fosse alçado a posições de liderança nos trabalhos de escola ou faculdade.
Intelectualmente, posso dizer que estou melhor a cada dia.
Fui educado em escola bilíngue, sendo fluente em três idiomas aos 14. Aos 20, já falava seis línguas.
Viajar o mundo também ajudou. Além das varias visitas à Disney na infância, hoje conheço a cultura e costumes de mais de 20 países.
Entrei para minha primeira faculdade precocemente, aos 16, e hoje me preparo para o meu primeiro pós-doutorado, já sendo graduado com honras na melhor universidade da Europa.

Dinheiro nunca foi um problema.

Além de fazer parte de mais uma geração de uma família abastada, por parte de pai e mãe, logo cedo meus primeiros empreendimentos deram muito certo, e aos 21 já havia vendido minha primeira empresa por mais de dez milhões.
Adoro festas, e é com a minha diversão que mais invisto meu dinheiro.
Posso ser visto frequentemente em colunas sociais do mundo todo, devido aos meus hábitos de não economizar com a minha própria diversão.
Ou também, pelo meu outro hábito, de namorar modelos internacionais.
Apesar de festeiro, também sou ligado a trabalho, e passo todo o restante do meu tempo (quando não estou em festas) investindo em empresas e multiplicando meu patrimônio.

Amo minha família.
Sou filho único, fruto de um casamento longo e feliz.
Aliás, minhas cinco gerações anteriores foram todas assim: casamentos longos e felizes, e a média de idade dos meus antepassados é de quase 100 anos.

Esta é a minha vida, resumida. 

E aí? Já me odeia? 
Se sim.. é hora de se perguntar os porquês, e fazer uma análise de consciência.

Tá tudo errado!

A letra da música tá errada.
As piadas, erradas.
O salário da Marta tá errado. 
O do Neymar também.
O Neymar, aliás, tá errado se ganha ou se perde.
A hamburgueria da Bel Pesce tá errada.
O presunto da Sadia tá errado.
O rapaz que pede ajuda tá errado.
E quem ajuda, também.
A Cléo Pires tá errada. 
A campanha tá errada. 
Close errado. 
A funkeira tá errada.
A banda de rock que se reuniu, tá errada. 
O disco novo deles, errado também.
O carnívoro tá errado.
O vegano tá errado, também. 

Este meu texto tá errado. Muito errado. 
Só você, pelo contrário, que está certo, né? 

Seu “Caga-regras”. 

(clique em "SHARE" e compartilhe com alguém que PRECISA ler isso) 

Fala direito, menino!

Eu sou cheio deles: vícios de linguagem. 

E naquela velha tentativa de melhorar a vida, um pouquinho por dia, eu resolvi dar um pouco de atenção à forma como eu me comunico verbalmente. 

O resultado? Descobri que minha fala é BEM mais viciada do que eu pensava. E eu também me diverti, fazendo um vídeo de poucos minutos e cheios de "éééé". 

E você? Tá melhorando que área da sua vida, no momento? 

Como "destravar" sua força de vontade

Nada como uma boa confissão, pra tentar livrar-se do peso de algo ruim guardado dentro de si. 

Eu cresci numa família católica. E uma das bases, aparentemente, de muitas vertentes do cristianismo é a confissão para remissão dos pecados. Pra quem não conhece o ritual do confiteor ("eu confesso", em latim), eu explico: 

Basicamente, trata-se de um momento de oração reflexiva. Ao invés de somente repetir uma reza tradicional, decorada, a igreja incute o fiel a meditar sobre seus próprios erros e falhas e, ao final disso, aí sim, repetir um texto tradicional que, em resumo, traz a culpa dos seus pecados para si mesmo. A expressão usada em latim, aliás, saiu da religião e hoje é usada pra várias coisas, e você já deve ter ouvido em algum lugar: "mea culpa". 

Não, não quer dizer MEIA culpa, como muitos usam por aí. "Fazer um mea culpa" é justamente admitir a culpa INTEIRA.

Aliás, na oração original, em latim, os fiéis batiam três vezes no peito, repetindo: 

mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa
(minha culpa, minha culpa, culpa toda minha) 

 

Segundo o cristianismo, somente o arrependimento pode trazer a evolução do espírito e a aproximação com a divindade. E para se arrepender, você precisa admitir que a culpa é sua, não é? 

Religião à parte, e por mais estranho que possa parecer àqueles que não seguem nenhuma religião (ou seguem outra diferente do catolicismo), essa prática do mea culpa pode te ajudar muito. E não se trata de nada religioso ou espiritual.

Trata-se de lógica, auto-conhecimento e, sobretudo, uma mudança positiva no modo de enfrentar o dia-a-dia. 

Pense comigo, fazendo um mea culpa: neste momento, na sua vida, dentro de tudo que te acontece, o que você tem, o que você sabe e tudo mais, o que NÃO é culpa inteiramente sua? 

Se a resposta for "nada é culpa minha", talvez você precise re-pensar. 

 
O homem superior atribui a culpa a si mesmo. O homem comum atribui aos outros. 
(Confúcio)

 

Hoje cedo, enquanto escrevia meu 'diário de 5 minutos', esta reflexão bateu forte. Eu pensava justamente sobre meus projetos, minhas falhas. 

Eu já admiti publicamente, no meu primeiro vídeo. Eu sou um procrastinador. Mea maxima culpa. 

O que me faz vencer isso, todos os dias, é simplesmente adotar alguns métodos, tentar driblar a mim mesmo e ao meu "piloto automático procrastinador", e simplesmente fazer as coisas. E mesmo assim, frequentemente eu acabo com algumas tarefas entulhadas, acumuladas. 

E por mais que seja gostoso e reconfortante jogar a culpa nos outros, pelo meu acúmulo de tarefas, a culpa é toda minha. 

Acumulo gera pendência, e pendência gera travamento. E o primeiro passo para seguir em frente é se livrar das pendências, que funcionam como âncoras. Se você tem 20 tarefas pela frente, realizar uma ou duas só te faz sentir mais impotente. Ao final delas, você ainda tem 18 ou 19 tarefas pela frente e a sensação de "não consegui fazer nada". 

Vou bater nesta tecla novamente: livre-se das pendências. Em negrito, itálico, com fonte grande e centralizado, pra ter mais impacto: 

Livre-se das pendências

 

A culpa de ter pendências é toda sua. Não do seu chefe. Não dos seus pais, seus filhos ou sua esposa. É das suas escolhas. Pode parecer cruel, mas é libertador viver assim. Pratique o mea culpa, mea culpa, mea maxima culpa

Admitir que a culpa é sua por tudo que acontece na sua vida é mágico: destrava sua força de vontade. Quando você não tem mais em quem jogar a responsabilidade, só te resta sacudir a poeira e seguir em frente, com culpa e tudo. Vai lá, tenta!

 

E pra não dizer que te fiz pensar e te deixei na mão, terminei o texto sem nenhuma dica prática, aí vai: 

Prioridade não tem plural. Se você tem duas, tem nenhuma.

Defina UMA SÓ, e só pare quando conclui-la. Aí sim, defina a próxima e repita a operação.

Simples e difícil. 

 

 

Nota: pra quem quiser ler mais sobre a filosofia por trás deste tipo de pensamento, procure no Google por Sêneca, ou por estoicismo. Muita gente já escreveu sobre isso, inclusive alguns autores brasileiros, mas estas são minhas fontes favoritas.
Se quiser uma fonte "religiosa" sobre o assunto, mesmo discordando ou não sendo adepto ao espiritismo, eu recomendo a filosofia de Chico Xavier

Lembre-se de que você mesmo é o melhor secretário de sua tarefa, o mais eficiente propagandista de seus ideais, a mais clara demonstração de seus princípios, o mais alto padrão do ensino superior que seu espírito abraça e a mensagem viva das elevadas noções que você transmite aos outros. Não se esqueça, igualmente, de que o maior inimigo de suas realizações mais nobres, a completa ou incompleta negação do idealismo sublime que você apregoa, a nota discordante da sinfonia do bem que pretende executar, o arquiteto de suas aflições e o destruidor de suas oportunidades de elevação - é você mesmo. (Chico Xavier) 

Um bilhão de explosões

"O Big Bang foi uma grande explosão"
"Foram desviados 55 bilhões de reais"
"Quinhentas mil pessoas fizeram um protesto"

Não, este não é um artigo sobre astrofísica.
Muito menos sobre política.

O que estas frases têm em comum, além de serem repetições constantes na nossa vida, nos dias atuais?

Eu mesmo respondo: todos eles envolvem grandezas que não estamos acostumados a lidar. Aliás, são grandezas tão diferentes, pra todos nós, que é simplesmente impossível de se imaginar. E nossa mente sai correndo na tentativa de achar algo comparável, uma referência, algo parecido, pra que ela (nossa mente) não se sinta perdida com aquela grandeza. 

E é justamente aí que somos enganados. Por nós mesmos. 

       Você saberia dizer o tamanho da "explosão*" do Big Bang?  

       Já contou até um bilhão? 

       Já viu 500 mil pessoas juntas no mesmo lugar? 

As referências nos enganam, demais. E com grandezas similares ao lado, a tendência é depreciarmos o valor de algo que desconhecemos. 

Voltando ao Big Bang, por exemplo, certa vez eu ouvi uma palestra que dizia que um relato sobre a queda do World Trade Center (em 2001) falava em "um barulho ensurdecedor junto com um forte tremor de terra, similar a uma colisão frontal de dois trens à toda velocidade". 

Por si só, o locutor já usava uma comparação pra poder explicar o barulho que ouviu. Eu duvido que ele ou qualquer um de nós já tenha ouvido o som de dois trens colidindo. Seja bem devagarinho ou à toda velocidade - muitos de nós nem tem noção do tamanho (em metros) ou do peso de um trem. Mas era o melhor que ele pôde achar, naquele momento - a comparação facilita o entendimento e cria um colchão macio de certezas, pra que a história possa ser contada. 

O problema nesta comparação é que minimiza a real potência do som, ao trazer o fato pra uma comparação menor. Um trem carregado pesa, em média, 5.000 toneladas (o que já é bem difícil de se imaginar). O WTC tinha uma massa, segundo alguns cálculos, de 500.000 toneladas. Bem diferente, e bem mais difícil de se imaginar, não? 

Com o Big Bang, é comum falar em "explosão", porque é a forma de expansão de massa mais rápida e barulhenta que conhecemos. Mas qualquer cálculo sobre o Big Bang faz virar uma piada a maior explosão que você consegue imaginar. Quando você ouve falar em "explosão", já consegue até fazer uma imagem mental, de um espaço todo preto, com uma bolinha incandescente no centro. E, de repente, um "boom", junto com uma forte luz, e pedaços voando para todos os lados, com fogo e fumaça. Não é? 

E um bilhão? Sabe quanto é? 

Infelizmente, é comum ouvirmos falar de escândalos de corrupção envolvendo esta palavra: "bilhão". Ou em empresas vendidas e compradas por cifras que envolvem essa palavra, ou, muitas vezes, várias delas (enquanto eu escrevo isso o Facebook vale mais de US$300 bilhões). 

E veja só como nossa mente nos prega peças, quando não conseguimos medir o valor real de um número: 

Quando ouvimos que "fulano do partido A desviou 20 bilhões", as vezes também ouvimos "mas fulano do partido B desviou 200 milhões". Já ouviu isso? Parece que as grandezas são similares, não parece?

Outro exemplo: pra quem vai comprar o primeiro carro, mil reais é bastante dinheiro. E muitas vezes você faz a opção entre um ou outro carro por causa de um ou dois mil reais de diferença. Dois carros similares, um por 25 e outro por 27 mil. Qual você compraria? 

Mas se estivermos falando de carros na faixa acima de 100 mil reais, essa diferença é difícil de ser percebida. Se o carro A custa 100 mil, e o carro B custa 115 mil, a tendência é que você ache que os dois tenham "quase o mesmo preço", mesmo estando falando de quinze mil reais de diferença. Tudo fica relativo. 

Mas voltamos ao bilhão. Pra você ter uma ideia do que é um bilhão (só um), matematicamente, conte até mil. 

Vai levar um bom tempinho, não é? 

No começo, pra contar até cem, conseguimos pronunciar mais de um número por segundo. Quando chegamos em número mais extensos, do tipo "novecentos e cinquenta e nove", a tendência é que levemos mais de um segundo pra pronunciar cada um deles. 

Pra efeito de cálculo, vamos dizer que você consiga pronunciar um número por segundo, ok? Mesmo que seja 33.975.799.584 (tente pronunciar e veja o tempo que leva). 

Ok. Vamos aos cálculos: falando um número por segundo, você vai levar 999.999.999 segundos pra chegar à contagem de 1 bilhão (isso porque a contagem só começa a valer quando você fala o número 1). Fazendo a conversão, eu te desafio a fazer esta contagem: seguindo a média de um número por segundo (que é bem difícil), e se você não parar por nenhum segundo, vai levar: 

31 anos, 251 dias, 7 horas, 46 minutos e 40 segundos (melhor começar já). 

Não dá nem pra imaginar alguém contando por 31 anos seguidos, não é? Provavelmente você, que está lendo isso, nem tem ainda 31 anos de vida. 

Se levarmos para uma grandeza monetária, você consegue imaginar? Com 1 bilhão de reais, você pode retirar 1% dele ao ano (o que dá 10 milhões) e viver gastando R$833 mil reais por mês, durante 100 anos - e ainda vai sobrar troco. Dá pra sequer PENSAR em uma vida assim? 

Por fim, eu acho que discorrer sobre o último exemplo é insultar sua inteligência, não é? Você, com certeza, consegue ir atrás de informações sobre o que são 500.000 pessoas no mesmo local. Ou, esta imagem de (calculadamente) 500.000 pessoas em Moscou pode dar uma noção: 

 

Um bilhão de abraços pra você! 

 

*entre aspas porque a palavra "explosão" já é uma comparação - o Big Bang não foi, nem de perto, uma explosão

Dinheiro, dinheiro, dinheiro...

Quem se importa com dinheiro?? 

Apesar da baixa qualidade, por causa da nossa maravilhosa conexão de internet, o papo com o Conrado Navarro do Dinheirama foi absurdamente legal! 

Muitos pontos que eu defendo sempre, na Organizze, pontos que ele também vem defendendo há anos com o Dinheirama e que, com certeza, podem ajudar a melhorar a situação financeira de qualquer um. 

Se você gosta do seu bolso, assista. Sério!  

Sobre a impotência

Quer se sentir "um nada"?  

Impotente?

Amarrado?

Prive-se dos seus recursos.  

Tudo aquilo que te ajuda a conseguir algo: a cafeteira que te ajuda a despertar, o laptop pra digitar suas ideias, o carro pra te levar ao trabalho ou o gás que aquece suas panelas.  

Ou recursos humanos: o líder que te mostra qual decisão tomar, o amigo que dá o apoio moral em tempos difíceis ou a vó que empresta um dinheirinho quando sua conta não fecha no fim do mês.  

 

Quer se sentir "um tudo"? 

Capaz? 

Livre? 

Prive-se dos seus recursos.

 

E a soma de necessidade com criatividade faz a mágica acontecer.

 

(escrito pelo cara que deixou o laptop no trabalho, mas não queria deixar de escrever seu post ao acordar... E deu um jeito) 

Os velhos ditados

Com certeza você já os ouviu. "Mais vale um pássaro na mão, do que dois voando", "antes só do que mal acompanhado", "quem não é visto, não é lembrado" e por aí vai. 

Já ouviu? 

Parou pra pensar há quanto tempo eles existem? Seu avô já os repetia e, com certeza, ele já achava que essas frases existiam há muito tempo antes dele mesmo existir. São velhos ditados que continuam a existir e, vira e mexe, alguém os usa pra apontar algo como um "eu te falei" quando a gente comete algum erro. 

Mas tem um fato curioso sobre esses velhos ditados: quando você não está cometendo algum erro (ou quando ainda não percebeu que está) - eles não fazem muito sentido. Parecem "ditados de velho". Só quando a cagada acontece e dá um tapa de realidade é que se pensa: 

- Caraca, aquilo realmente faz sentido. 

Então, como exercício prático (na esperança de evitar futuras cagadas), começa a dar uma repensada nas suas decisões - passadas, presentes e futuras - sob a ótica dos velhos ditados. Se você lembrar de algum que se encaixa como um conselho pra você não tomar um decisão, pelo menos considere a possibilidade.

A possibilidade de que alguém já cometeu aquele erro antes de você, e criou o ditado. E que você não precisa cometer também pra dar razão a ele. 

 

Na tentativa de refrescar a memória, uma listinha de 30 ditados populares muito falados por aí (quem sabe assim eu decoro alguns, também). Achei rapidinho com uma busca no Google. 

1 - Amigos, amigos, negócios à parte
2 - Um olho no peixe, outro no gato
3 - Deus tem mais para dar do que o diabo para tirar
4 - O seguro morreu de velho
5 - O preguiçoso trabalha dobrado
6 - Quem não quer ser lobo não lhe vista a pele
7 - Em terra de cego quem tem um olho é rei
8 - Um dia da caça, outro do caçador
9 - Não adianta chorar o leite derramado
10 - Águas passadas não movem moinho
11 - O pior cego é aquele que não quer ver
12 - Apressado come cru
13 - Plantar verde para colher maduro
14 - Quem ri por último ri melhor
15 - Filhos criados, trabalho dobrado
16 - À noite, todos os gatos são pardos
17  - Depois da batalha aparecem os valentes
18 - Não adianta lamentar a morte da bezerra
19 - Deus ajuda quem cedo madruga
20 - Em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher
21 - Quem bate esquece; quem apanha, não
22 - A esperança é a última que morre
23 - De boas intenções o inferno está cheio
24 - Em casa de ferreiro o espeto é de pau
25 - Quando um não quer, dois não brigam
26 - Os últimos serão os primeiros
27 - Se ferradura trouxesse sorte, burro não puxava carroça
28 - Manda quem pode, obedece quem tem juízo
29 - Pau que nasce torto nunca se endireita
30 - O homem é senhor do que pensa e escravo do que fala

Você sabe ouvir?

Mas já notou que essa habilidade, a de realmente ouvir é rara? 
As vezes é bom dizer que "as pessoas estão fazendo cada vez menos"... dá um ar de experiência, como se eu já conhecesse como era no passado e agora tenho o direito de julgar o presente - já notou isso? 
E eu realmente gostaria de dizer: "as pessoas estão ouvindo cada vez menos". Mas eu não acho que este seja o caso.

De verdade: eu não acredito que já tenha sido diferente (se você é mais velho que eu e tem provas do contrário, e que não seja puro saudosismo, me mostre, por favor).

Neste novo vídeo do canal, eu falo sobre isso com um exemplo bem cotidiano: você diz pra alguém "estou cansado" e é respondido com "eu também". E isso já deve ter acontecido com todo mundo. Não posso ser o único "diferentão" que percebe isso, né? 

E no vídeo eu parto para uma sugestão de solucionar este estorvo: vamos nos policiar, praticar a "audição", ter empatia e buscar ouvir o que alguém nos tem a dizer.

Pra começar, de forma bem simples, experimente este verbo tão difícil de se executar: O U V I R. 

(tô tentando e posso dar meu depoimento: é difícil!) 

Entrevista no programa Do Avesso

É muito bom estar de volta. 

Não foi só uma entrevista, foi um encontro de coisas boas.

De encontrar dois bons amigos, com os quais eu tive a sorte de compartilhar o início deste mesmo programa de rádio, em 2014. Também de comemorar o aniversário da Pity, e lembrar de coisas muito legais, lá do início da minha primeira banda, a UmSeteUns, em 2006, que teve muita ajuda da parte dela.

E ainda por cima, poder compartilhar experiências, rir bastante, falar de coisas boas e de todas as mudanças espetaculares que vêm acontecendo na minha vida. 

De quebra, o programa ainda tem duas músicas muito marcantes: a primeira é "Algemas", do meu projeto Cydria. A segunda, "Atirando para todos os lados", de uma banda (já extinta) que é uma das mais legais lembranças da minha adolescência, a No Direction. 

Ta aí.. divirtam-se, como eu me diverti! 

Programa do Avesso de 05 de abril de 2016.